Acessibilidade e inovação: como a tecnologia transforma o entretenimento

Filme bom é aquele que todo mundo pode assistir

Inovação em acessibilidade abre as portas do entretenimento para pessoas com deficiência.

Ir ao cinema é um ritual que a gente adora. Comprar pipoca, escolher o lugar, esperar a luz apagar. Mas, por muito tempo, essa experiência não era acessível para muitos brasileiros. Segundo o IBGE, são cerca de 18,6 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência no país. Soma-se a esse cenário o envelhecimento da população. A chamada economia prateada amplia a demanda por produtos e serviços cada vez mais intuitivos e inclusivos.

A tecnologia entra nesse roteiro ao permitir a personalização da acessibilidade, tendência que cresce em todo o mundo. Aplicativos como MovieReading, MobiLOAD e Greta sincronizam audiodescrição, Libras e legendas no celular do espectador via reconhecimento de áudio, permitindo que cada pessoa assista o filme à sua maneira sem alterar a sessão coletiva.

Nos Estados Unidos, a AMC Theatres testou óculos que projetam legendas no campo de visão do espectador. E, no Brasil, a startup capixaba Ybi Sync criou o Cine Puã, que dispensa aplicativos e internet. Basta escanear um QR Code para receber no fone a audiodescrição ou dublagem sincronizada com o filme.

Mas a inovação vai muito além do cinema. À medida que o consumo de conteúdo migra entre salas de exibição, streaming e dispositivos móveis, aumenta também a necessidade de garantir que a inclusão acompanhe toda essa jornada.

Um bom exemplo é o catálogo da Claro tv+ que disponibiliza uma pasta de filmes com ferramentas de acessibilidade. Já na Copa do Mundo de Futebol reunimos - pela primeira vez em uma mesma competição esportiva - recursos de Libras, legendas e audiodescrição em tempo real. O resultado foi muito expressivo, com mais de 50 mil horas de audiência em transmissões acessíveis, mostrando que inovação e inclusão geram valor ao ampliar o alcance e o envolvimento do público.

“Acreditamos que a melhor experiência é aquela que pode ser vivida por todos. A tecnologia só cumpre seu papel quando elimina barreiras e aproxima pessoas.”

Andrea Campos, diretora de Processos e Qualidade da Claro.

 
Iniciativas como essas provam que a acessibilidade pode fazer parte da estratégia de inovação e da jornada do cliente, sem deixar de desempenhar uma importante função social. E isso tem tudo a ver com o beOn porque, ao conectar startups, grandes empresas e parceiros estratégicos, contribuímos com soluções de impacto real, que transformam a vida das pessoas.