A gente inova no presente para transformar o futuro de São Paulo

A nova onda da cultura pop

Como a inovação expande as formas de viver e consumir cultura.

Se a cultura pop sempre refletiu o espírito do seu tempo, hoje ela também espelha o nosso modo de vida digital. O impacto não está apenas no que consumimos, mas em como fazemos isso. O conteúdo deixou de ter hora marcada e passou a existir sob demanda, em qualquer tela e a qualquer momento. A música virou trilha personalizada; filmes e séries passaram a ser consumidos no ritmo de cada pessoa. Essa mudança redefiniu mercados inteiros e alterou comportamentos de forma definitiva. 
 
No Brasil, festivais como o CCXP, têm se firmado como laboratórios de inovação no entretenimento. Em 2024, o evento navegou por experiências tecnológicas como realidade aumentada, realidade virtual e aplicações de IA na criação de personagens e universos digitais, ampliando a imersão dos visitantes. Na edição 2025, mergulhou ainda mais fundo ao trazer estandes inteligentes equipados com sensores capazes de monitorar fluxo e engajamento, além de cenografia imersiva desenvolvida por equipes multidisciplinares para transformar o pavilhão do São Paulo Expo em uma jornada sensorial. (Fontes: Terra, CCXP) 
 
Nesse cenário, jovens empresas de base tecnológica assumem um papel estratégico. O ecossistema brasileiro conta com 527 iniciativas ativas no setor, segundo o relatório Startup Landscape: Entretenimento 2025, que revela ainda que 146 delas utilizam inteligência artificial em aplicações como personalização, moderação de conteúdo e criação de personagens virtuais. Com alta velocidade de experimentação, decisões orientadas por dados e equipes multidisciplinares, as startups impulsionam novos modelos de negócio e experiências. É nesse contexto que a inovação aberta ganha força, conectando esse ecossistema a grandes companhias por meio de hubs como o beOn Claro, que dá um norte para quem busca explorar novas direções por meio do trabalho colaborativo. (Fonte: Liga Venture) 
 
A inteligência artificial desponta agora como a próxima fronteira do entretenimento, permitindo que fãs criem vídeos, cenas e universos próprios, a partir do celular e com qualidade profissional. O potencial criativo se expande, ao mesmo tempo em que surgem novos desafios éticos, culturais e de curadoria. Neste exato momento, navegamos em mar aberto, repleto de desafios e oportunidades de negócios. Você está preparado para surfar essa onda?